quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Outras Músicas


Eles não sabem, o quanto a música precisa das suas mãos e dedos...
Será que são tão bons a falar como a dirigir a Filarmónica de Alcabideche, tão precisada de apoios e de um maestro com estas unhas?...

4 comentários:

Maria P. disse...

Cromos.

Anônimo disse...

Desculpa lá, Zé, mas isto dá para fazer teatro:

O poeta alegre enganou-se no dedo, mas sócrates pergunta-lhe:
- Manuel, esse dedo é para mim?
o poeta responde:
- Não, é demasiado pequeno.
- Não sejas ordinário Manuel.

Entretanto Santana, vai-se ao Pacheco:
- Não tens pentes em casa, maoista de direita?
- Diga? Deve estar a falar para a esquina...

Francisco Louçã argumenta:
- É com esta malta que estamos desgovernados!

Luis Eme disse...

Boa montagem.

O mais convincente é o "menino guerreiro", com um gesto muito calimero...

Anônimo disse...

E se forem só frases?

«Eu explico eles só complicam.» (JPP)
«Sei mais neste dedo que tu na mão toda, pá!« (MA)
«Eu até sou simpático, não sei porque é que os comunistas não gostam de mim, pá!» (JS)
«Se vens para aqui desculpar-te com os comunistas, está o caldo entornado. Queres que chame o meu pai?» (SL)
«Grande quarteto de São Bento. São bons é a tocar ferrinhos! (DL)