Mostrando postagens com marcador Copos. Amigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copos. Amigos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O Álcool Dá Sempre Jeito, em Todas as Idades...


Não são só os adolescentes que precisam de utilizar o álcool como principal elemento de descontracção. 


Foi por isso que desculpei a tentativa de beberes mais que a conta, para conseguires enfiar-te na cama comigo.

Quando te disse que te preferia sóbria, sorriste quase sem jeito.

Só não estava à espera que me contasses muito mais que queria saber da tua vida. Em vez de ficar mais descontraído, senti-me estranho, quando disseste que há catorze meses que não estavas sozinha com um homem.

Fico a pensar que já não tenho idade para histórias difíceis, ou pelo menos finjo...

domingo, 31 de maio de 2015

A Matreirice do teu Olhar


Tanta matreirice nesse olhar quente...



Fui disfarçando, fingindo alguma indiferença. Mas quando te deixei à porta de casa não resisti e puxei-te para mim e tentei provar-te a boca.

Fugiste e sobrou-me o pescoço que lambi, quase desolado. Sorriste-me agarrada às minhas mãos. Quase a dizer que quem manda és tu...

Eu sei, as mulheres mandam sempre, mesmo quando dizem não e quase que entram dentro de nós... 

Da próxima vez que nos encontrarmos vou-te dizer que somos velhos demais para sermos namorados, só nos resta mesmo ser amantes.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Brindámos às Tuas Palavras


É verdade, Fernando.
Antes do almoço descemos ao "Martinho da Arcada", pedimos três moscateis e fizemos um brinde, encarnando os teus irmãos mais conhecidos.
Eu fiz de Bernardo Soares, o Flávio assumiu o papel de Ricardo Reis, o Joaquim foi naturalmente o Álvaro de Campos. Só faltou mesmo o Alberto Caeiro, porque o Luís, baldou-se ao almoço e ficou em Cacilhas.
Em tua honra, Fernando, prometemos continuar a ser umas "excelentes pessoas" e a divulgar a tua poesia, mesmo no botequim mais sarnoso.