Mostrando postagens com marcador Espelhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espelhos. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 23 de abril de 2020
sábado, 26 de outubro de 2019
segunda-feira, 29 de abril de 2019
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Novo Ano...
O novo ano finge que é diferente dos outros.
Mas depois, percebe-se que é tudo igual, se esquecermos as marcas no corpo, a mudança da cor do cabelo, a paciência para aturar alguns outros, que se revelam aos nossos olhos, ligeiramente mais estúpidos e chatos.
Pelo caminho podemos mudar de rua, de café, de bairro e até de cidade...
E experimentar a ilusão de que é possível voltar a viver uma vida nova.
terça-feira, 28 de março de 2017
Quando o Casamento é uma Prisão
O casamento é uma prisão.
Palavra de quem casou uma vez e ainda aguentou três anos de "cárcere".
Dia após dia, perdia mais um metro de liberdade.
Quando dei por mim, para beber uma cerveja com os amigos, tinha de mentir.
Até que um dia olhei-me ao espelho e dei um grito mudo: «CHEGA!»
E chegou.
Tenho tido vários relacionamentos, que normalmente acabavam quando me começavam a "prender", quando me queriam transformar em mais uma "mobilia" de casa.
Talvez seja um desses casos que não nasceu para casar.
É por isso que uma vez chegou.
Devo fazer menos sexo do que devia, mas não se pode ter tudo... embora a partir de certa altura do casamento, as dores de cabeça aumentem, e o corpo seja utilizado vezes demais como chantagem...
Marcadores:
Bairros de Amor,
Corpos,
Espelhos,
Hipocrisia,
Liberdade,
Mulheres,
Palavras,
Sexo
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Trás-os-Montes não é o Circo
É difícil começar a falar de um lugar que quase não conheço, porque sempre foi o mais longe do "meu mundo português".
O pai saiu de lá assim que pode, sem muita vontade de voltar.
Nem nunca passei lá as férias que devia, fui meia-dúzia de vezes à festa da aldeia e lembro-me de ficar todo lambuzado com os beijos das velhas, vestidas quase todas de negro.
Mesmo com todo este "desamor" fui capaz de defender todas as mulheres daquela região pobre, com problemas maiores que no Sul, por exemplo, por nunca se terem libertado do poder clerical. Isso aconteceu há uns bons vinte anos.
Estava numa sala de trabalho e uns "estrangeirados da treta" (continua a ver-se muito disso neste país, gente que gosta de falar do que não sabe nem conhece...) começaram a inventar factos, quando chegaram a Trás-os-Montes, encheram as mulheres de bigodes de pelos nas axilas e pernas.
Farto daquela conversa ordinária, perguntei-lhes se alguma vez tinham estado naquela região. Olharam uns para os outros e nenhum teve coragem de dizer que sim, de mentir.
Foi então que lhes disse que conhecia as mulheres de Trás-os-Montes e não tinham aquelas características.
O silêncio só se quebrou quando eu acrescentei que a única mulher parecida que tinha visto foi num cartaz de circo e essa até tinha barba.
Lá voltaram os sorrisos, mesmo que alguns fossem amarelos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O Verbo Fingir no Feminino
Nos primeiros tempos fingem-se modernas.
O problema é sempre o que vem depois. Volta-se ao antigamente, querem um compromisso. Afinal não acreditam nas "amizades coloridas"...
Tudo é posto em causa. Descobrem que querem um homem a tempo inteiro e não apenas nas horas mortas.
Falam de sinceridade, de fidelidade e outras coisas que rimam com verdade.
Quando já somos gente viajada, não nos incomodamos muito.
Estamos fartos de saber que a mentira sempre foi meio caminho para qualquer coisa. de parte a parte.
Estamos fartos de saber que a mentira sempre foi meio caminho para qualquer coisa. de parte a parte.
Só elas fingem não saber que a partir dos trinta é proibido falar em inocência.
Marcadores:
Bairros de Amor,
Belas,
Conversas,
Espelhos,
Hipocrisia,
Manias,
Mulheres,
Viagens
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)







