sábado, 25 de abril de 2009

Maria Liberdade


Ninguém como tu, merece que te chamem Maria Liberdade...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Miragem na Baixa


Juro que te vi!

Que mania que vocês têm, que podem passar despercebidas em Lisboa, porque é tudo demasiado televisão e pouco cinema na Cidade Branca...
Gostei do teu novo penteado, só não sabia que gostavas de andar de ténis.

terça-feira, 31 de março de 2009

Vi-te e Acenei...


Poderia ter gritado, mas limitei-me a acenar...
Não era costume estares à varanda, pelo menos à hora que eu passo.
E não é que também acenaste?...

quinta-feira, 5 de março de 2009

Não Sei Porquê...


Não sei explicar muito bem porquê, mas gosto bastante da actriz Robin Wright.
Talvez esteja enganado e ela não seja nada daquilo que penso.
Acontece tantas vezes, com as mulheres que só conhecemos de olhar...
Mesmo assim arriscava. É bonita, sem ter aquelas trejeitos "holiodescos". É discreta (gosto de pessoas discretas...) e parece autêntica, dentro das personagens que veste e despe.
Quando me disseram que tinha começado como modelo, não quis acreditar. Foge ao estereotipo.
E agora está novamente livre, talvez viaje até à América...

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Era Mentira...


Tive um sonho terrível.

De repente sai para a rua e não descobri nenhum veiculo motorizado. Além dos eléctricos, apenas passavam bicicletas na minha rua...

Sorri e sentei-me nas escadas da entrada da casa.

Portugal agora era uma espécie de China. Até havia uns "táxis" a pedal.
O petróleo não só estava a preços proibitivos, como a sua venda era proibida.
O nosso país, finalmente, resolvera assumir a sua costela alternativa, tinha tudo o que os outros não tinham nas europas...

Claro que depois acordei e percebi que continuavamos a ser os "seguidistas" do costume.

Não é que quisesse viver na "china", mas sabia-me bem respirar numa cidade quase sem carros...

sábado, 31 de janeiro de 2009

Quase que Danço na Chuva


Como gosto deste tempo molhado!

Olham-me como se fosse um maluquinho, por me verem apenas de gabardine e com a boina impermeável, que herdei do avô Eduardo, a sorrir para o céu cinzento.

Fogem de mim, no metro e no autocarro, com medo das gotas de água que ficam guardadas quase nos bolsos da gabardine.

Chapéus de chuva? Não obrigado. Nunca gostei de cogumelos...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Uma Ilha Sabia Bem Neste Tempo


Esta altura cansa-me.

Há confusão em todo o lado. Nas lojas, nos cafés, nas estradas, nas ruas.

Se fosse um rapaz afortunado, procurava uma ilha quase sem gente, para esquecer esta febre doentia, este forçar a gastar dinheiro em ninharias.
Não é pela praia ou pelo calor. É apenas pelo silêncio e pela paz.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Tanto Chapéu!


O Vasco sabia como irritar o "Evaristo".

E nós, pergunto, como vamos irritar esta gente que se governa, enquanto diz que nos governa?

O Vasco gritava: «chapéus há muitos, seu palerma!»

Será que o mesmo grito, resultará para o Socrates, trocando os chapéus pelo seu primo "Magalhães"?

Duvido. Continuo um homem cheio de dúvidas.

sábado, 18 de outubro de 2008

Beleza Atrás do Balcão


Tal como o meu tio Valentim, gosto de encontrar rostos bonitos do lado de lá de qualquer balcão.
Há uma loura sempre de sorriso aberto e simpática, no café onde almoço às quartas, dia do cozido à portuguesa.
E ela segue as regras da ASAE, de avental e lenço na cabeça...

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

sábado, 20 de setembro de 2008

De Bom a Vilão

Não achava muita piada ao juiz Rui Teixeira, quando invadia a nossa casa, em todos os serviços noticiosos.

Nesse tempo fiquei convencido que não ia gostar de o encontrar na barra de tribunal.
Mas reconheci-lhe a coragem de desafiar tantos poderes, visíveis e invisíveis, de não se assustar com os nomes que iam surgindo, e alguns eram pesadões.
Quando o Pedroso foi preso, não sabia que pensar.
Havia jornalismo para todos os gostos, embora a maioria nos baralhasse as ideias.
Até essa altura nunca tinha reparado que o deputado não tinha barba e tinha uma voz efeminizada.
Também sabia que não tinham sido essas as razões da sua detenção.
A pouco e pouco, fui verificando que havia ali muita coisa estranha, à volta daquela gente do PS.
É por isso que não estranho que ele queira dinheiro do estado e que os amigos que estão no poder, aplaudam.
O Pinto da Costa também quer o nosso dinheirinho, o Valentim também quer receber algum, assim como a Fátima.
Só falta o Vale Azevedo pedir também uma indemnização, de Londres.
Entretanto o Juiz justiceiro tornou-se o Vilão da história.
E nós, em quem confiamos, na justiça coxa ou nos políticos mafiosos?

domingo, 10 de agosto de 2008

Então, são Heróis ou Assassinos?


Neste país que também é meu, embora não o escolhesse, por razões óbvias, as variações de humor são incontáveis. Pior que estes estados de alma, entre o riso expansivo e a cara de desgraçadinho, só as mudanças de opinião.
Estava sentado na tasca do bairro a ler o jornal e ia ouvindo as bojardas que iam saindo da mesa ao lado em relação ao tema da semana: a tentativa de assalto de um banco com sequestro.
Primeiro chamavam nomes aos brasileiros e diziam que até que enfim, que os polícias eram polícias.
Com a chegada de um gajo que até no Verão usa gravata, as opiniões começaram a dançar, porque o "pacheco pereira" da mesa, não gostava de polícias e achava que não era preciso matar, faltava diálogo e educação aos agentes da autoridade.
Em menos de um minuto estavam todos a concordar com o "gravata cor de rosa", os polícias afinal não eram heróis, eram mais uns assassinos...
Se a taberna vendesse uns BM's fresquinhos, eram bem atirados para as carantonhas daquelas marionetes ambulantes.
É por causa desta gentalha, que em vez de pensar gosta é de andar em rebanho, que me irrita ser Português.
Antes de sair, vi que o gajo da gravata, estava a pagar a rodada...